Liste suas dívidas. Anote cada centavo que você deve, para quem ou qual empresa, os juros que incidiram e incidirão sobre o valor e obtenha o valor real de quanto precisa pagar. Seja realista! Não arredonde valores. Se a dívida é 123,68 centavos, contabilize desta forma e não como 120 reais, como muitas pessoas têm costume.
Faça contas. Veja quanto dinheiro possui, quanto exatamente recebe de salário liquido e quanto desta receita está comprometida com os gastos do dia a dia, contas da residência, etc. Observe seu orçamento e veja de onde pode tirar para que as dividas possam ser pagas. A partir disto, trace estratégias para sair da situação em que se encontra, levando em conta os itens abaixo:
- Não evite a dívida! Quanto mais tempo demorar para resolver o débito, mais juros serão cobrados. É uma bola de neve.
- Negocie com as empresas para que deve. Os valores dificilmente serão diminuidos, mas os juros podem ser negociados. Em muitos casos, a maior parte do valor da dívida provém dos juros que incidiram sobre o valor inicial.
- Existe a possibilidade de parcelar suas dívidas? Se sim, estude bem a proposta. Só vale a pena se não forem cobrados ainda mais juros por isso.
- Não gaste com coisas supérfluas neste período de recuperação financeira. Concientize-se. Cada real economizado é mais um passo para sair da sua atual situação.
- Cuidado para não acumular dívidas! Entenda onde está colocando seu dinheiro e pense 10 vezes antes de comprar ou parcelar algo, assim como emprestar dinheiro de alguém ou de alguma instituição.
A partir da sua recuperação financeira, é possível pensar em economizar dinheiro para evitar futuras dívidas com acontecimentos inesperados e dar o próximo passo: investir.

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